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Ah, o surf! Esse esporte maravilhoso que nos permite deslizar sobre as ondas, nos conectar com a natureza e recarregar as energias. Você pode ter começado a surfar sozinho, com sua família ou com seus amigos, mas você sabe como ele mesmo começou? Listamos aqui dez curiosidades sobre a trajetória desse esporte que nos faz suspirar sempre que olhamos a janela do escritório, desejando estar na praia.

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Malibu, Califórnia (EUA). Foto: Reprodução.

1 – Raízes do surf

Os primeiros relatos dizem que o surf foi introduzido no Hawaii pelo rei polinésio Tahito. Outros dizem que os povos peruanos já praticavam o esporte com espécies de canoas. Mas o primeiro registro foi feito pelo navegador inglês James Cook, que afirmou ser um esporte de relaxamento praticado em pranchas de madeira.

2 – Troca de energias

Como as pranchas eram fabricadas pelos próprios surfistas, eles acreditavam que ao fabricá-las transmitiam energias positivas a elas, e ao utilizá-las, todas as energias negativas eram liberadas. A prática do surf era considerada um “culto ao espírito do mar”.

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Uma das primeiras fotos de um surfista e sua prancha, feita em 1890. Foto: Acervo do Bishop Museum.

3 – Esporte da realeza

O surf foi chamado de “esporte dos deuses” e, devido a isso, na Polinésia, apenas os reis podiam ficar em pé na prancha. Os súditos deviam permanecer deitados, pois eram considerados inferiores.

4 – A chegada de Duke

Considerado o pai do surf moderno, o havaiano Duke Paoa Kahanamoku foi campeão de natação nas Olimpíadas de 1912, onde divulgou o Hawaii e o surf, descrito como a prática de cavalgar sobre as ondas com tábuas de madeira. Este fato atraiu reconhecimento internacional para o pequeno arquipélago americano e para o esporte, e ainda fez com que Duke passasse a ser o maior disseminador do surf na história.

5 – O surf ao redor do mundo

Em 1913, Duke introduziu o esporte nos Estados Unidos. Em 1915, foi a vez de ensinar aos australianos como surfar. Na década de 40, o esporte se popularizou na costa dos EUA, e principalmente nas praias do sul da Califórnia. Com o início dos primeiros campeonatos de surf em 1974, o surf ganhou presença no mundo inteiro e, dessa maneira, surgiu a sua profissionalização. Duke faleceu em 1989 aos 94 anos e ganhou uma estátua em sua homenagem na praia de Waikiki, Honolulu.

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Duke Kahanamoku, Waikiki, South Shore de Oahu, Hawaii. Foto: Bruno Lemos / Lemosimages.com.

6 – A história do Hang Loose

Reza a lenda que o famoso e tradicional gesto que os surfistas utilizam para se cumprimentar foi iniciado por um antigo rei havaiano que costumava acenar para seu público enquanto surfava. O ponto é que o rei só possuía o dedo mindinho e o polegar, o que fez com que o gesto fosse popularizado entre os surfistas. Já a expressão “Hang Loose” surgiu na década de 1950, mas só se destacou nas décadas de 60 e 70. Significa “ficar tranquilo e sossegado”.

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O Hang Loose também é conhecido como “gesto de shaka”. Foto: Erik Forsberg / Creative Commmons.

7 – Sufista premiado

O atleta que mais ganhou dinheiro com o surf até hoje foi o floridiano 11 vezes campeão mundial, Kelly Slater. Em 1998, o americano faturou US$ 702 mil apenas com prêmios. Sem contar os patrocínios e publicidade.

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Kelly Slater detém o maior número de títulos mundiais da história. Foto: Spencer Murphy / Reprodução Facebook.

8 – Ondas brasileiras

O esporte foi trazido ao Brasil pelos americanos que vinham explorar nossos picos locais. A primeira prancha 100% brasileira foi feita em 1938 e, anteriormente, era chamada de “tábua havaiana”. A prancha media 3 metros e 60 centímetros e pesava 80 quilogramas. O esporte foi iniciado na cidade de Santos (SP) e ganhou força entre os jovens na década de 70.

9 – A maior prancha do mundo

A maior prancha do mundo mede 42 pés e pesa quase 600 quilos. Ela foi utilizada para quebrar o recorde mundial do maior número de pessoas surfando na mesma prancha de uma vez só. O feito aconteceu em 20 de junho de 2015, em Huntington Beach, Califórnia, com o total de 66 pessoas. Atualmente, a prancha é exibida como um tributo cultural no Museu Internacional do Surf localizado em Huntington Beach. O recorde anterior era de 47 pessoas em uma prancha de 12 metros de comprimento, 3 metros de largura e 30 centímetros de espessura, realizado em Queensland, Austrália. As duas pranchas foram fabricadas pelo australiano Nev Heyman, que bateu o próprio recorde.

10 – A maior onda já surfada

A maior onda já surfada no mundo foi em Nazaré, Portugal, pelo surfista francês Benjamin Sanchis. Ele conquistou o prêmio de maior onda surfada em 11 de dezembro de 2014, com 33 metros de altura e entrou para o famoso Livro de Recordes, o Guinness World Records.

Fonte:  Redação Guia Waves em 28/03/16

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Postado por Vitor Mendes em Vitor Mendes

Ai Galera to na área…

Essa foi uma semana que deu muita onda em Rock Point. Estávamos pela manhã eu Luan Wood, Renan Castro e Alcides Neto, caminhando em direção a RP.  Chegamos lá e o mar estava meio Storm Grande com ondas de 6 a 8 pés, fiquei uns 45 minutos na água e quando estava saindo vi o Luan tomando uma bomba na cabeça que saiu até mole! hahahahah

Voltei para casa, fiz um pão animal e depois de descansar fui ver o mar com a galera. Chegando lá, ele estava maior ainda, com séries de 8 a 10 pés de onda! O Renan não quis cair, amarelou e ficou em casa (hahahaha). Boiei um pouco no início, depois peguei 2 ondas no final da queda , ai fui parar muito embaixo do pico e veio duas séries grandes, que quebraram bem na minha cabeça, depois de ficar mó tempão em baixo d’água, eu já estava no raso. hahah… Aproveitei e já sai do mar com muito pouco ar, fui pra casa e fiquei com a galera conversando.

Em breve to de volta galera!

Vitor Mendes

Postado por Equipe AntiQueda em Blog

A trajetória da surfista Andréa Lopes sempre foi repleta de momentos de emoção, superação e também uma dose de obstinação, reflexo de sua constante luta pela excelência.

Exemplo de vitalidade, saúde, energia, força e disciplina, a atleta de 35 anos provou porque é um dos ícones do surf feminino ao garantir o vice-campeonato no SuperSurf 2009, a elite nacional.

E por muito pouco, apenas 40 pontos, ela não chegou ao inédito pentacampeonato. O resultado serve como uma injeção de ânimo para seguir firme em busca de novas conquistas na carreira que já completa 22 anos.

?Foi reflexo de toda a minha dedicação, treinamento e disciplina durante o ano. Estou mais ágil, mais forte e mais focada do que nunca, pronta para enfrentar as meninas e dar trabalho?, vibra a atleta patrocinada pela AntiQueda.

No currículo, a surfista carioca ostenta os títulos de campeã brasileira em 1999, 2001, 2002 e 2006, além de uma vitória memorável no World Tour (a primeira brasileira no Feminino), também em 99.

No SuperSurf deste ano, Andréa foi vice na etapa inicial, no Guarujá, terceira na disputa seguinte, em Ubatuba e nona colocada em Florianópolis. ?Foi o que pesou no final?, argumenta a competidora.

Na etapa final, no Rio de Janeiro, Andréa foi a terceira colocada e garantiu o vice, por uma diferença de 40 pontos, 2.360 a 2.320 para Suelen Naraísa.

Para 2010, Andréa promete voltar com toda carga e ainda mais preparada, ratificando a sua condição. ?Quero estar mais competitiva ainda, com mais confiança, melhorando cada vez mais e seguindo com as coisas que me fazem bem. Com certeza, podem esperar que estou vindo com o motor ligado?, avisa Andréa, que completa 36 anos no dia 1 de dezembro.

Junto ao pentacampeonato, Andréa tem outros planos para o futuro próximo, como reativar a sua escola de surf e concluir a faculdade de marketing. ?Também quero me dedicar mais às palestras, mostrando a minha experiência de vida como atleta. Tocar o coração de todos com a minha lição de vida. As palestras estão cada vez mais vivas na minha cabeça?, afirma. ?Mas com certeza, o grande objetivo é o pentacampeonato?, reforça.

Andréa reforça a sua preparação com o treinamento funcional, orientada pelo professor Fabio Gilho. O trabalho visa equilíbrio, força, velocidade, coordenação, flexibilidade e resistência, com exercícios específicos.

?Em tudo na minha vida eu busco o novo, a motivação. Como sou atleta de alta performance, quero treinar bem dentro e fora da água, ficar mais forte, mais ágil, mais dinâmica, com reflexo melhor, o corpo inteligente e, melhor ainda, prevenindo lesões e otimizando o meu tempo?, relata a surfista.

Superação Pioneira do surf brasileiro Feminino no Circuito Mundial, a carioca Andréa Lopes sempre foi pautada pela busca da perfeição. Mas o extremismo e o perfeccionismo acabaram prejudicando a sua trajetória, culminando com a anorexia, em 1994.

?No auge do abismo, cheguei a pesar 38 quilos. Era pele e osso. Sem saber o que fazer da minha vida. Hoje sei que você não precisa ser extremista, abrir mão de muitas coisas para conseguir um objetivo. Tem de usar o seu emocional e racional?, fala a atleta.

A reviravolta começou cinco anos depois, com a vitória na etapa do então WCT, em 1999. Na sequência vieram os títulos brasileiros e em janeiro de 2007, foi capa da Revista Playboy, chegando ao oposto da fase negra.

Além da AntiQueda, Andréa Lopes tem os patrocínios de Lui Lui e HB Sunglasses. Apoio: Free Style e Rhyno Foam.